Caiu, olhou para o chão e sorriu.
Olhou para o céu e não viu nada.
Gozou nas próprias mãos sentindo a gloriosa virtude em ser uma pessoa só.
Enquanto caído, a orelha ouvia o chão trêmulo. Sorriu e não viu nada que não fosse céu.
Nada que não fosse sol e amor
Nada que não fosse ele mesmo feliz
Caiu, olhou para o chão e dormiu.
Olhou para dentro de si e não viu nada.
Sorriu para o sonho e se abriu
Esperando novamente abril.
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